A nossa nova aventura: Família Verso

Família VersoAo final de um mês de árduo trabalho (e para não variar de total ausência deste espaço) foi finalmente lançado o meu mais recente projecto, com o apoio da Toyota Caetano Portugal, a iniciativa “Família Verso“.

Ainda nos custa a acreditar que é verdade, mas numa iniciativa totalmente pioneira em Portugal, durante 6 meses 1 ano, eu e a minha família iremos experimentar livremente um Toyota Verso, partilhando a nossa experiência num blog (http://www.familiaverso.net) onde também iremos abordar diversas situações relacionadas com o nosso dia a dia, enquanto família numerosa.

Para além deste blog, a “Família Verso” também está presente nas redes sociais (Facebook, Twitter, Flickr, YouTube).

A partir de algumas iniciativas de menor escala, que já se realizaram em Portugal, lançamos o desafio à Toyota Caetano Portugal. A receptividade foi a melhor possível e desde início de Agosto que andamos por ai, a experimentar o Verso.

Por isso acompanhem a família Verso nesta aventura, no blog ou nas redes sociais (FacebookTwitterFlickrYouTube). Comentem, enviem-nos sugestões de conteúdos, partilhem as vossas dúvidas, etc. Estamos a contar com a vossa participação.

Actualizado às 09:37m de 13.09.2010

Quote [1] – RoI

Why are we trying to measure social media like a traditional channel anyway?
Social media touches every facet of business and is more an extension of good business ethics.”

“Why are we trying to measure social media like a traditional channel anyway? Social media touches every facet of business and is more an extension of good business ethics.”

Erik Qualman

Os Social Media em Portugal – segundo André Riberinho

André Ribeirinho No âmbito da série de artigos sobre os Social Media em Portugal, que estou a publicar no // Lisbon Lab, hoje irei apresentar as respostas do meu amigo André Ribeirinho, fundador do Adegga e autor do blog deLaranja.

1. Como caracterizas o panorama dos Social Media, em Portugal?

André Ribeirinho:Incluo como Social Media não só os blogs mas todos os canais de comunicação que permitem a intervenção dos leitores. Uns não existem sem os outros! Nessa perspectiva, durante 2007 e inicio de 2008, os Social Media tiveram uma evolução muito interessante. Pela primeira vez houve dois grandes sites que passaram a permitir aos utilizadores comentar as noticias (noticias.sapo.pt e www.publico.pt). O público acrescentou ainda a possibilidade de mostrar os blogs que linkaram para cada um dos artigos.

A nível de blogs, pela primeira vez, sente-se que existem vários tipos de comunidades de blogs (geek, politica, desporto) e em cada uma delas há um conjunto de blogs que se destaca. Para mim, isto indica que os blogs deixaram de ser um nicho pouco lido para passarem a fazer parte das leituras e comentários diários de muitos utilizadores.

2. Qual a maior lacuna no panorama dos Social Media portugueses?

André Ribeirinho: “Divulgação. Tirando o jornal Público mais nenhum orgão de comunicação nacional conseguiu da mesma forma perceber a influência e importância que os blogs, os comentários e outras forma de participação têm na forma como as notícias são dadas.

3. Como prevês a evolução dos Social Media nos próximos 5 anos?

André Ribeirinho: “Mais uma vez o Público teve um papel fundamental (até parece que trabalho lá). Sendo um jornal de referência, está a abrir caminho para uma maior abertura de outros orgãos de comunicação a este tipo de informação e relação com os leitores. Assim, penso nos próximos anos vamos ver alguns serviços de media tradicionais a integrarem mais ferramentas de novos media. Por outro acredito que vamos assistir a conversão de alguns blogs em meios meios mais profissionais.

Muito obrigado pela tua participação André.

Com a opinião do André fica concluída esta 1.ª série de artigos sobre os Social Media em Portugal. Como é óbvio, esta iniciativa não pretende ser mais nada, a não ser a recolha da opinião de algumas pessoas, sobre o panorama dos Social Media em Portugal. Caso tenham uma opinião diferente dos meus “convidados” ou uma definição diferente do que são os Social Media, participem neste blog, ou enviem-me um email para hugo.silva@lisbonlab.com.

Artigos anteriores desta série:

Os Social Media em Portugal – segundo Bruno Amaral

Relações Públicas - blog de Bruno Amaral

Na sequência dos artigos sobre os Social Media em Portugal, que estou a publicar por estes dias, hoje irei apresentar as respostas Bruno Amaral, autor do blog Relações Públicas.

Eis as suas respostas:

1. Como caracterizas o panorama dos Social Media, em Portugal?

Bruno Amaral:Ainda me parece algo muito novo. Por um lado, no campo dos blogs já conseguimos ver projectos muito sólidos e interessantes que vão além do tipico blog de comentário. São blogs que se preocupam em dar informação de qualidade aos seus leitores. E rivalizam com os jornalistas por se especializarem num único tema. Por melhor que seja um jornalista não vejo ninguém capaz de focar o panorama da música como o remixtures, ou a comentar o que se passa no Sapo.pt como o ponto sapo.

Mas os social media não são apenas blogs de nicho ou mesmo blogs como plataforma. São também as redes sociais como o hi5 e o linkedin, Wikis e fóruns de discussão. No entanto, as redes sociais não conseguem prosperar, ironicamente, por causa das próprias redes sociais. O hi5, netlog e outras variantes fazem com que estas representações de Social Media sejam vistas como meras brincadeiras, coisas de miúdos.

Por essas e outras razões acho que os social media em portugal ainda são muito verdes. Exemplo disso é que as agências de comunicação só recentemente começaram a experimentar ter blogs ou mesmo a debater os blogs como se vê nas Conversas da Unicer. Conversas essas que quase deixam os bloggers fora do diálogo.

As agências ainda tratam os bloggers como jornalistas. Enviam-nos press releases em PDF ou escritos para jornais. Esquecem-se de que um blogger é alguém que só escreve sobre o que gosta e não publica para um editor. Publica para si próprio e para os que partilham os mesmos valores. (Admito que não sei até que ponto os bloggers com objectivos comerciais encaixam nesta ideia).

Um exemplo desta relação que ainda é pouco clara é a forma como as Agências de Relações Pùblicas se relacionam com bloggers e jornalistas. Se lhes perguntarmos em que regras se baseiam para se dirigir a jornalistas, os relações públicas dessas agências podem simplesmente indicar um código de ética corporativo especifico para essa classe profissional. Mas se lhes perguntarmos como se relacionam com os bloggers e outros social media, dificilmente dão uma resposta tão concreta. Não existem códigos de conduta assumidos pelas Agências para o relacionamento com os bloggers .

Sem esquecer que qualquer profissional de comunicação está em posição de vantagem sobre um blogger. Facilmente o pode manipular ou aproveitar-se dele sem que haja  oportunidade de responsabilizar o Relações públicas por falta de ética profissional. Esta é uma ideia que me teria passado ao lado se não me tivesse sido mencionada pelo professor Thomas Pleil no Euroblog.

2. Qual a maior lacuna no panorama dos Social Media portugueses?

Bruno Amaral:Falta-nos um bom technorati para a língua portuguesa. Não por ser especialmente útil para as pessoas, mas porque nos ajudava a perceber melhor os blogs em português e a explicar a sua importância para as empresas.  Além disso, se quisermos procurar por conversas do nosso interesse em blogs em português, temos de nos sujeitar às ferramentas como o technorati que lhes dão menos relevância.

Mas mais importante do que uma ferramenta de análise é a postura. Acho que os blogs deviam esforçar-se por mostrar esta face da web a quem ainda não a conhece. As pessoas ainda pensam nos blogs como um universo que gira em torno do Abrupto. Não gira, e o próprio abrupto não consegue estabelecer diálogo com outros blogs de nichos diferentes ou de carácter diferente. Como os blogs geeks ou os baby blogs.

Outra falha está na postura das agências de comunicação. Começam a criar blogs e a entrar no diálogo. Mas ainda não mudaram nada nos seus próprios sites corporativos, não há rss ou social media releases disponíveis por exemplo. Por vezes o blog nem faz parte do site corporativo.

E também nos falta algum do espírito de colaboração ou rivalidade saudável que vejo nos blogs brasileiros por exemplo.

Portanto não há uma grande lacuna. Mas existem pequenas falhas que podem desaparecer com o tempo.”

3. Como prevês a evolução dos Social Media nos próximos 5 anos?

Bruno Amaral: “Estive a ler por alto o estudo mais recente da Obercom sobre a Internet em Portugal. E honestamente pensava que tinha crescido mais do que aquilo que cresceu. Mas mesmo assim há uma série de coisas que eu gostava de ver acontecer:

  • Gostava de ver os blogs a ser levados mais a sério;  Quando falo do meu blog passo sempre 5 minutos ou mais a explicar porque é que é um compromisso sério e a sensibilizar as pessoas a respeito de outros blogs que conheço.
  • Espero que as empresas em Portugal venham a perceber os social media e como resultado se tornem mais responsáveis e transparentes. Ou seja, que comecem a perceber que o diálogo é cada vez maior e que têm de se colocar ao nível dos seus clientes, colaboradores e parceiros se esperam sobreviver. Mas já me contento se as empresas forem ler o Cluetrain Manifesto e reflectir sobre ele.
  • Mas mais do que isso, gostava de ver uma escola onde os social media fizessem parte do currículo. Principalmente nos cursos de relações públicas.

Hà medida que a tecnologia evoluir e formos mudando a forma como comunicamos a sociedade também vai mudar. (Clay Shirky 2008, pagina 17 ) E já vemos essas alterações em acção. O caso mais recente foi ver uma professora em confronto com uma aluna nas notícias. Foi algo que teria sido resolvido pelo conselho directivo e os pais há uns anos atrás. Mas atravessou as barreiras da escola e chegou a tribunal depois de passar pelo horário nobre.

Muito obrigado Bruno pela tua participação. No próximo artigo irei publicar as respostas do André Ribeirinho.

Artigos anteriores desta série:

Os Social Media em Portugal – segundo Bruno Ribeiro

PubAdDict

No âmbito da série de artigos sobre os Social Media em Portugal, que estou a publicar por estes dias, é o momento de apresentar as respostas de Bruno Ribeiro, autor do blog “PubAdDict“.

Eis as suas respostas:

1. Como caracterizas o panorama dos Social Media, em Portugal?

Bruno Ribeiro:Acho que para responder a essa questão é necessário compartimentá-la já que o actual cenário dos Social Media em Portugal é bastante distinto consoante o meio específico que estamos a discutir.

Começando pelos blogs, penso que estamos a atingir uma altura de quase maturidade, onde a época dos blogs como última moda em que todos “tinham” de entrar passou. Acho que o panorama é agora mais calmo, mas cada vez mais rico na medida em que se começam a verificar o aparecer de discussões que em outros países (essencialmente os anglo-saxónicos) já há muito são “old news” como é o caso das relações entre empresas e blogs. Nota-se também uma maior abertura dos media tradicionais (não gosto muito do rótulo, mas serve para distinguir) aos conteúdos dos blogs e uma relação que vai sendo mais aberta, embora haja ainda muito a melhorar.

Considero curiosa a forma como os podcasts se foram implementando em Portugal, sendo que o papel das estações de rádio tem sido fundamental. São cada vez menos os programas radiofónicos que ainda não adoptaram a possibilidade de subscrição como podcasts. O mesmo se pode dizer do vídeo online, com as próprias estações de televisão a disponibilizarem grande parte dos seus conteúdos.

Penso que existe ainda um caminho longo a percorrer no que toca ao social bookmarking, ao rss e a mecanismos de pesquisa dedicados ao social media. A adopção dos primeiros dois tem sido muito lenta, estando apenas limitada ao que podemos designar de utilizadores hardcore de social media. Já no terceiro caso, a ausência de mecanismos de pesquisa portugueses dedicados é um entrave à evolução do meio, já que nos deixa dependentes do google e de outro tipo de plataformas que têm alguma dificuldade em lidar com as vicissitudes da língua portuguesa.

Só para terminar esta resposta, que já vai bem longa, há que referir o caso do Twitter que, apesar de uma maior notoriedade recente, ainda não alcançou por cá uma quota de utilizadores assinalável.”

2. Qual a maior lacuna no panorama dos Social Media portugueses?

Bruno Ribeiro:Acho que respondi um pouco a esta questão na anterior: a falta de plataformas/serviços dedicados aos Social Media nacionais! Se queremos pesquisar optamos pelo Google/Technorati/Blogpulse; se queremos agregar as opções são o Netvibes ou Pageflakes…

Por outro lado, penso que é necessário haver mais discussão e conferências acerca do tema, não onde participem académicos que o estudem do ponto de vista da sua especialidade, mas sim com a participação de quem realmente “pertence” ao meio. Acho necessário deixar quem produz e consome Social Media regularmente falar sobre o tema.”

3. Como prevês a evolução dos Social Media nos próximos 5 anos?

Bruno Ribeiro: “Tendo em conta as evoluções recentes, penso que dentro de 5 anos os Social Media, em Portugal, estarão implementados ao nível que hoje se pode constatar nos EUA, sobretudo aqui. Penso que a crescente maturidade do mesmo e o inevitável surgir de mais serviços especializados para o mercado português, acabarão por afirmar definitivamente estes meios como mais um canal de comunicação essencial para o meio empresarial ou político. Estou cada vez mais convencidos que os Social Media vieram para ficar, e parece-me que cada vez mais pessoas e entidades em Portugal encaram o cenário da mesma forma. Não creio no entanto que algum blog em Portugal alguma vez obtenha a dimensão necessária para ombrear com os principais jornais ou fontes de informação nacionais.

Muito obrigado Bruno pela tua participação. No próximo artigo irei publicar as respostas do Bruno Amaral, autor do blog Relações Públicas.

Artigos anteriores desta série:

Os Social Media em Portugal – segundo Paulo Querido

No âmbito da série de artigos sobre os Social Media em Portugal, que estou a publicar esta semana, hoje irei apresentar as respostas de Paulo Querido, autor do blog “Mas Certamente Que Sim!“.

Eis as suas respostas:

1. Como caracterizas o panorama dos Social Media, em Portugal?

Paulo Querido: “Por uma divisão entre os media sociais de relacionamento amoroso e os outros.

Os de relacionamento amoroso vão de vento em popa, tanto em termos de utilizadores como em termos de oferta; há inclusivé várias empresas já a disputar o mercado, empresas de alguma dimensão, e há mercado pois que alguns títulos já mudaram de mãos.

Nos outros estamos na fase alfa, ou seja, temos os early adopters a entrar como participantes. Para a maioria dos cibernautas portugueses, a net é para ir ao Sapo ler as notícias, “procurar cenas” na Wikipedia para os trabalhos, engatar e fazer downloads. Há uma minoria um pouco mais adiantada que lê / participa / é autor de blogues. Mas nem estes (se) ligam aos social media: a blogosfera portuguesa está marcada desde o seu início pelo estigma da conversa de café em torno da política e das notícias que aparecem e não aparecem nos jornais, há pouco espaço para o pensamento e ainda menos para a acção sobre esta, e nesta nova fronteira das sociedades.

A avaliar pela minha experiência, haverá uns poucos milhares no LinkedIn, uns poucos milhares distribuídos pelos jogos em rede (incluindo o Second Life), umas largas centenas no Twitter, uns dezenas no FriendFeed — com estes três exemplos cobrimos três camadas no tempo. Ao invés os sites de engate têm dezenas de milhares de pessoas, todos eles, e somos um dos países mais avançados em sites de partilha de ficheiros. Centenas de milhar têm um blogue ou um perfil no MySpace / Hi5

(Estes números destinam-se a ilustrar a dimensão e diferenças, não são factuais — o que é outro assunto: ninguém em Portugal faz ideia do que se passa depois das pessoas se ligarem à net, só temos estatísticas de compra de serviços, estamos na idade da pedra.)

2. Qual a maior lacuna no panorama dos Social Media portugueses?

Paulo Querido: “A falta de participação.

A total ausência de informação nos mainstream media.

A fraquíssima prestação do país em termos de empreendedorismo. Os projectos portugueses que existem nesta área são TODOS de indivíduos ou pequenas startups, sem capacidade financeira. Não há mercado nem investimento nem apoio de nenhuma espécie.

3. Como prevês a evolução dos Social Media nos próximos 5 anos?

Paulo Querido: “Em cinco pontos:

1. Continuação de mais do mesmo nos EUA: nascimento de redes sociais e de serviços de redes sociais ao ritmo de dezenas por semana, com injecções de venture capital em mais de metade delas.

2. Mais aquisições por parte dos grandes conglomerados de media.

3. Os utilizadores darão os primeiros sinais de cansaço e desinteresse, porque a atenção é escassa.

4. Evolução técnica no sentido da agregação de perfis e, até, transparência de serviços (o meu perfil é o meu perfil e os meus contactos são os meus contactos, no LinkedIn, no FriendFeed ou no Hi5).

5. Maior integração do Instant Messaging no Social Media.

Muito obrigado Paulo pela tua participação. No próximo artigo irei publicar as respostas do Bruno Ribeiro, autor do PubADdict.

Os Social Media em Portugal – segundo Luís Santos

Um dos primeiros bloggers nacionais a aceitar o meu desafio sobre o panorama dos Social Media em Portugal, foi o Luís Santos, autor do blog Atrium – media e cidadania.

Eis as respostas do Luís:

1. Como caracterizas o panorama dos Social Media, em Portugal?

Luís Santos: “A natureza dos espaços, a fluidez das ligações e a existência errática que neles vamos tendo tornam praticamente impossível uma avaliação generalista. Além disso, uma das muitas barreiras que a auto-publicação quebrou foi precisamente a da delimitação geográfica. Assim sendo, eu diria que há indicadores de adesão mais forte a alguns formatos do que a outros e, dentro de cada formato, de adesão a uma plataforma em desfavor de outra, mas essa realidade está, em grande parte, por avaliar.

Os portugueses, sobretudo uma parte significativa dos mais jovens, organizam já a sua existência em torno de várias identidades e em fluxo permanente entre elas. Algumas serão de natureza concreta, material, mas outras não. E nada nisso é já artificial. Pelo contrário. Podem ser o João na escola, o JonnyMnemonic no Hi5, e o belezaescondida numa plataforma de blogs. E a sua própria identidade já se define na confluência de tudo isto; é multi-facetada, abertamente complexa.

2. Qual a maior lacuna no panorama dos Social Media portugueses?

Luís Santos: “(Visão abertamente parcial e distorcida da realidade) Faltam mais espaços de informação alternativa, faltam mais experiências sólidas de produção de conteúdos em partilha e discussão. Falta debate sério. Faltam espaços de expressão de cidadania responsável (que não são, note-se, arenas de reivindicação, lugares de ‘nós contra eles’).

3. Como prevês a evolução dos Social Media nos próximos 5 anos?

Luís Santos: “Ah, pois.

Há cinco anos atrás não sabia o que era o Flickr, o Facebook, a Wikipedia ou o Twitter – hoje essas são páginas que estão sempre abertas no meu browser.

É, porém, bem verdade que muito do futuro que teremos emana do futuro que imaginámos. E se eu pudesse mesmo imaginar apostaria em maior interacção entre as plataformas (mashups), em maior facilidade de uso e em maior mobilidade. Gostaria de apostar na ideia de que ‘mais’ pode ser também ‘melhor’, mas acho que essa seria para perder (como prova o mais recente estudo do Project for Excellence in Journalism na sua mais recente análise “The State of News Media”).

Muito obrigado Luís pela tua participação. No próximo artigo irei publicar as respostas do Paulo Querido, autor do Certamente!