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	<title>lisbonlab &#187; CRM</title>
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	<description>laboratório de ideias, estudos, experiências e reflexões</description>
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		<title>Suporte via Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>HugoNS</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="@browserd" href="http://www.twiiter.com/browserd"><img class="alignnone size-full wp-image-773" title="Screen shot 2010-03-02 at 11.04.21 PM" src="http://blog.lisbonlab.com/wp-content/uploads/2010/03/Screen-shot-2010-03-02-at-11.04.21-PM.png" alt="ZON HD Fail" width="500" height="281" /></a></p>
<p>É cada vez mais comum, as pessoas utilizarem as redes sociais online, e sobretudo o <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a>, para se queixar de alguns serviços ou empresas, como por exemplo o seu banco, a sua seguradora, a sua operadora de telecomunicações, ou como no exemplo do Pedro Rebelo, a sua operadora de televisão.</p>
<p>Lá por fora, principalmente nos Estados Unidos, são cada vez mais as empresas que acompanham em tempo real estas redes sociais online, disponibilizando, sempre que se justifica ajuda ao utilizador. Basicamente, o <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a> e as outras redes sociais online passam a ser mais um canal, no qual estas empresas prestam suporte aos seus clientes.</p>
<p>Por cá, a maioria das empresas continua a ver as redes sociais online, como um local onde é necessário estar presente obrigatoriamente, mas, na maioria dos casos, sem objectivos claramente definidos, nem muito menos, um alinhamento com a sua estratégia de comunicação online (estratégia esta, muitas vezes inexistente).</p>
<p>É claro que criar uma página no <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com">Facebook</a> ou uma conta no <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a>, para despejar o feed do site institucional ou fazer umas promoções ocasionais envolve muito menos recursos do que garantir um suporte via <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a> 24/7.</p>
<p>Mas se pensarmos que estas grandes empresas, como a <a title="Zon" href="http://www.zon.pt">ZON</a> ou a <a title="MEO" href="http://www.meo.pt">MEO</a> têm equipas gigantescas a assegurar um suporte 24/7, via telefone e email, não me parece que fosse assim tão difícil alocar algumas pessoas, uma pequena equipa, para dar suporte a este novo &#8216;canal&#8217;, onde cada vez estão mais pessoas presentes, todos os dias.</p>
<p>E se quisermos ir mais longe, o que estas empresas deveriam fazer era contratar <a title="online community managers" href="http://www.google.com/search?aq=f&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;q=online+community+managers">online community managers</a>, que zelassem pelas suas marcas online e potenciassem as suas comunidades online, ao invés de apostarem em tácticas menos claras.</p>
<p>Felizmente, algumas empresas portuguesas como a <a title="TMN" href="http://twitter.com/tmn_pt">TMN</a> já presta suporte através do <a title="Twitter" href="http://twitter.com/">Twitter</a>. Mas, provavelmente teremos de aguardar pelas próximas versões das plataformas de CRM, da <a title="Siebel" href="http://www.oracle.com/us/products/applications/siebel/index.htm">Siebel</a> ou da <a title="SAP" href="http://www.sap.com/index.epx">SAP</a> para que a esmagadora maioria das empresas possa dar este passo, tão simples, mas, ao mesmo tempo, tão difícil.</p>
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