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Archive for Reflexões

Time off

From time to time, everyone should take a time off to think on their life, to put their ideas in order.

Well, on the next days I will take a time off to think on my communication master about blogs, on SHiFT and on my professional life.

See you next week.

Notas soltas

  1. SHiFT: relembro os interessados (e os potenciais interessados) que:
    • faltam apenas 15 dias para conferência SHiFT,
    • as inscrições continuam abertas, com um desconto de 30% até dia 15;
    • existem descontos para estudantes, parceiros e ONGs;
    • existe um passatempo para divulgar a conferência que se traduz na passagem de um bilhete normal para um Golden Ticket, com entrada em todos os Workshops e todos os eventos associados à conferência, incluindo os que só contemplam os oradores;
    • existem 4 workshops nos dias anteriores (“Designing the Next Generation of Web Applications” com Peter Merholz, “Web Accessibility: From 0 to 100 in a single day” com with Joe Clark, “Application Development with Ruby on Rails” com Nathaniel Brown e “Creativity” com Dannie Jost & Henriette Weber Andersen)
    • Precisamos de 4 voluntários para ajudar na conferência, os quais terão entrada gratuita na conferência;

    Mais informações sobre a SHiFT no website oficial em http://shift.pt.

  2. Jardins Digitais: Tal como tinha referido neste blog, há algumas semanas, confirma-se que, num projecto-piloto que irá decorrer até Junho de 2007, irão existir em Lisboa cerca de 20 espaços, entre miradouros, jardins e parques, com acesso à Internet wireless, livre e gratuito. Esperemos que as pessoas aproveitem esta iniciativa.
  3. MIT: Segundo alguns órgãos de comunicação social portugueses (http://www.rtp.pt/index.php?article=254362&visual=16), parece que o acordo de parceria entre o MIT e o Governo Português irá ser assinado no próximo dia 11 de Outubro. Não existindo para já (que eu tenha conhecimento) uma confirmação por parte do MIT, resta-nos esperar por dia 11 para a concretização deste tão aguardado acordo.
  4. 11 de Setembro: Infelizmente não consegui ver a totalidade do documentário “Loose change” sobre a suposta conspiração do 11 de Setembro. Pelo que pude ler, sei que existem muitos críticos a este documentário. Pessoalmente prefiro uma lógica, nem 8 nem 80, ou seja, não temos que acreditar cegamente no que nos querem “vender”, quer no caso da suposta verdade da Administração dos EUA e dos principais media americanos, quer na teoria da conspiração do “Loose change”. A verdade é que existem alguns pormenores passíveis de serem questionados na versão oficial, e para todos os efeitos não seria a 1.ª vez que a Administração dos EUA mentiria ao mundo. Ainda se lembram dos motivos evocados para invadir o Iraque?
  5. Apple: Existem algumas novidades importantes na Apple, como novas cores do iPod Nano, um novo iPod Suffle ou mesmo um novíssimo iTV. Para um relato completo sobre as novidades da Apple aconselho o relato do Crunchgear, disponível em http://crunchgear.com/2006/09/12/its-showtime/.
  6. Sporting 1 - Inter 0: Porque é que a minha equipa não joga assim? Porque é que a minha equipa não tem na equipa titular 8 portugueses, metade com menos de 20 anos? Parabéns Sporting.

Registo de domínios .PT

O Karlus (http://blog.karlus.net/archives/2006/08/30/#1541) reforçado pelo Pedro (http://contrafactos.blogspot.com/2006/08/tecnosfera_30.html) já tinham referido que aparentemente o processo de registo de domínios .PT tinha sido liberalizado, sem terem informado ninguém.

Pelo que é possível observar no site dns.pt, onde é possível registar-se um domínio .PT, entre outros acabados em .PT, esta informação não se confirma. Muito pelo contrário, é possível ler em destaque:

O Registo de nomes de domínio sob .PT obedece a um conjunto de regras administrativas, técnicas e jurídicas que visam:

  • uma eficaz gestão do espaço de endereços Internet sob .pt;
  • a não utilização abusiva e o registo especulativo dos nomes de domínio.

Sendo que as regras do registo de domínios .PT (https://online.dns.pt/imagens/site/home_228/fotos/79021759982212540415.pdf), reforçam esta ideia:

Artigo 10º

Legitimidade

Podem registar directamente nomes de domínio sob .pt as pessoas colectivas, as
entidades públicas, os empresários em nome individual, os profissionais liberais e
ainda os requerentes ou titulares de marcas, apresentadas pela via nacional,
comunitária ou internacional.

Neste caso concreto, as regras em vigor a partir de 1 de Março de 2006 em nada alteraram a legitimidade necessária para o registo dos domínios .PT, apenas (o que já não é assim tão pouco) , salvo erro, liberalizaram o registo de domínios até então proibidos como emprego.pt ou vídeo.pt, entre outros.

O que significa que, muito provavelmente, a maioria dos registos de domínios .PT estão a ser efectuados com base nos pedidos de registo de marca, submetidos no INPI, o que do ponto de vista regulamentar é totalmente legal.

No entanto, tal como referi anteriormente, no site dns.pt, é explicito que o registo especulativo dos nomes do domínio não é permitido.

Neste contexto, irá a FCCN tomar alguma medida para evitar que uma mesma entidade registe uma série de domínios, como por exemplo:

ou apenas, será reactiva, quando efectivamente se confirmarem as suspeitas?

A nova web e os media

Na semana passada, quando andava à procura do livro “La revolución de los blogs” de José Luiz Orihuela (infelizmente acho que ainda não existe, à venda, em Portugal) encontrei acidentalmente o livro “Geração Blogue” de Giuseppe Granieri (http://www.bookcafe.net/blog/). Apesar de já ter ouvido qualquer coisa sobre este livro, confesso que não me despertava grande interesse, pelo menos um interesse imediato. Porém ao folhear o livro, encontrei, por acaso, um parágrafo, que considero ser uma análise muito pertinente à situação em que se encontram os media face à nova web.

“Parece um paradoxo, mas é como a história de Pedro e o Lobo. Os próprios media, depois de terem gritado “O lobo! O lobo!” durante anos, procurando convencer-nos de que a Rede estava a trazer modificações substanciais à nossa sociedade (porque tinham sido inventados os portais, porque se podia ligar uma webcam ao computador, porque Wall Street descia), têm hoje muita dificuldade em compreender que algo aconteceu realmente. E se alguém o intui, como Pedro quando viu mesmo o lobo, quase ninguém acredita nele.”

Não sei se a melhor analogia será mesmo a história de Pedro e o Lobo, mas não deixa de ser verdade que depois de anos a fio, a falarem sobre as modificações que a web estava a provocar nas nossas sociedades, actualmente os media têm grandes dificuldades em admitir e assimilar que a mesma web esteja a provocar grandes mudanças na sua própria área, adiando-as o mais que podem.

Nem por coincidência, “The Bivings report”, na sequência de um estudo que realizou a cerca de 100 jornais norte-americanos, publicou recentemente 2 artigos com várias sugestões para os jornais poderem melhor o seu serviço:

  1. Utilizarem tags;
  2. Disponibilizarem feeds rss com os artigos completos, suportados em anúncios;
  3. Trabalharem em parceria com websites sociais externos, como o del.icio.us;
  4. Fazerem ligações para entradas de blogs relevantes para a notícia;
  5. Livrarem-se dos registos;
  6. Fazerem parcerias com bloggers locais;
  7. Disponibilizarem formas alternativas de aceder aos conteúdos;
  8. Modernizarem os seus aspectos gráficos;
  9. Aprenderem com o Craiglist
  10. Adaptarem o conteúdo para telemóveis e PDAs
  11. Permitir que os utilizadores comentem as notícias;
  12. Melhorar as funcionalidades de pesquisa;
  13. Usar o HTML correctamente;
  14. Focar nas notícias locais e regionais;
  15. Abrirem os seus arquivos;
  16. Providenciarem versões multi-lingua;
  17. Disponibilizarem conteúdo suplementar, sobretudo os conteúdos de suporte à produção às notícias;
  18. Publicarem todas as cartas recebidas pelos editores;

Para uma leitura mais completa de cada um destes itens aconselho a leitura dos artigos originais, onde poderão inclusive, sugerir outras funcionalidades:

http://www.bivingsreport.com/2006/9-ways-for-newspapers-to-improve-their-websites
http://www.bivingsreport.com/2006/discussion-roundup-ways-to-improve-newspaper-websites/

SHiFT - último dia para o desconto de 50%

Relembro os interessados em participar na SHiFT, que nos estamos a aproximar rapidamente do final do Período de Registo Inicial, no qual existe um desconto de 50%. Não perca mais tempo, reserve já o seu lugar na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa ao melhor preço.

Entretanto, eis o primeiro video promocional da conferência: http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-4904113681965429696&hl=en

Formas de utilizar o RSS

Já aqui referi por algumas vezes a minha opinião em relação ao RSS, e à importância que este ou qualquer outro tipo de sindicância, que se venha adoptar no futuro, pode vir a desempenhar no futuro, sobretudo quando deixar de ser algo utilizado por uns quantos “early adopters”, para se tornar verdadeiramente “mainstream”, o que me parece que (infelizmente) só acontecerá com o Windows Vista, o novo Outlook e o IE7.

Através dos links mais populares do Del.icio.us, descobri um post interessante do Steve Rubel, uma lista de 35 formas de utilizar o RSS. Há utilizações para todos os gostos, desde “Track drunk athletes”, até “Read the notebooks of Leonardo Da Vinci one day at a time“ ou “Read the Bible one verse at a time”, passando por coisas mais normais e úteis como “Track new software releases” ou “Subscribe to personal reminders”.

Num exercício rápido, sem grande ponderação, utilizo o RSS sobretudo para: Read the rest of this entry »

De volta

Tal como referi no meu post anterior, nos últimos dias estive ausente de Lisboa, em Férias. Setúbal, Tavira e Vila Nova de São Bento (no Baixo Alentejo interior, em tempos a maior aldeia portuguesa) foram algumas das localidades por onde andámos, numa pausa que, acima de tudo nos permitiu descansar e restabelecermos energias para os próximos meses.

Infelizmente, o portátil com que trabalho diariamente ainda não está arranjado. Após o 1.º concerto, no qual a motherboard foi trocada, os problemas persistiram, de vez em quando o computador simplesmente deixava de responder, sendo que a habitual combinação de teclas do Windows “Ctrl + Alt + Del” (a 1.ª instrução que qualquer utilizador do Windows decora), não produzia qualquer efeito. Read the rest of this entry »

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