Receitas para Bebés

Receitas para bebes

Ela teve a ideia e eu concretizei-a. A aventura era simples, procurar um domínio livre que fizesse algum sentido, instalar o WordPress, encontrar um template apelativo e começar a partilhar as receitas que ela tem vindo a criar nos últimos 14 meses, desde que a Luísa começou a comer alimentos sólidos.

Passadas 3 semanas, gostaría de vos apresentar o “Receitas para bebés“, um blog no qual poderão encontrar inspiração para a elaboração de deliciosas iguarias para os vossos filhotes. Como sempre o vosso feedback é muito importante para nós, pelo que vos convidamos a passarem por www.receitasparabebes.com e a darem-nos a vossa opinião, críticas, sugestões ou outro qualquer tipo de comentário. Podem ainda acompanhar o “Receitas para bebés“, através do Twitter, em http://twitter.com/receitasbebes.

As eleições, o Twitter e as redes sociais

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Num ano em que temos 3 eleições começa a ser cada vez mais comum, a aposta dos partidos políticos na web social ou mais concretamente nas redes sociais.

Uns “apostam tudo no Facebook“, outros “aderem ao Twitter“. São notícias atrás de notícias sobre as mais variadas utilizações das redes socias, por parte dos partidos, de tal forma que parece que o importante é promover que se está a utilizar a rede social A ou B, em vez de se aproveitar as reais vantagens de se poder conversar de uma forma mais próxima com as pessoas, ouvindo o que estas têm para dizer.

Por exemplo, actualmente não é possível que um político esteja no Twitter sem seguir uma única pessoa. Para mim, uma das mais valia destas novas ferramentas é permitir que os políticos se voltem a aproximar das populações que supostamente representam, mas não apenas para falarem com eles mais directamente, mas para ouvir o que estas tem para dizer. Mas atenção, eu não defendo que os políticos, por exemplo no Twitter, devam seguir/acompanhar pessoas indiscriminadamente, sem qualquer lógica. Acho que a lógica deve passar por, por exemplo, seguir /acompanhar as pessoas que os sigam, ouvindo-as e interagindo com estas, sempre que tal se justificar, quer respondendo a @replies, quer respondendo a simples tweets gerando conversas sobre os mais variados temas.

Apenas desta forma, estas novas ferramentas, possíveis revitalizadoras da democracia, poderão ser utilizadas correctamente, constituindo-se como um meio para chegar mais perto das pessoas e não como um meio para ganhar uns quantos votos à custa de uma falsa imagem de inovação.