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  • http://mat.su Pedro Pinheiro

    E que tal um número de sms por zona (afixado nas placas e com instruções), e na mensagem escrevia-se “nºdeminutos matrícula”. Quando o tempo estivesse a chegar ao fim o sistema enviava uma mensagem a dizer que estava a acabar e como renovar. O valor da mensagem seria cobrado conforme o número de minutos indicados. Se isto não for possível (atribuir o valor a um sms após o seu envio), podia-se ter uma estrutura de números de envio dos SMS como XXXXXYYY em que XXXXX seria o parquímetro/zona e YYY seria o número de minutos. Os fiscais teriam uma aplicação sobre GPRS onde colocariam a matrícula de um carro sem o comprovativo, e seria respondido se aquele carro pagou por sms.

  • malu melo

    Economico? pratico ? mas p quem ? e se nao tem tlmv ? e se se eskece do tlmv? e se nao tolera um big brother a bisbilhotar em todas as suas informações confidenciais tais como nº tlmv Nib nome ? e se pura e simplesmente nao tem pachorra p alem de pagar à emel ainda ter de substituir os seus funcionários ? e sem receber um centimo ! veja se se enxerga mister!

  • http://blog.lisbonlab.com HugoNS

    Caro malu melo

    Se o condutor não tivesse telemóvel (presumo que seja isso a que se refere, quando escreve tlmv) ou se se tivesse esquecido (que já agora lhe devo dizer que se escreve com qu e não com k) do mesmo , é claro que podia continuar a utilizar o tradicional parquímetro de moedas, o qual não poderia deixar de existir, pelo menos numa fase inicial. Caso contrário teria que existir um qualquer sistema alternativo ao telemóvel, como é natural.
    Os utilizadores que não quisessem fornecer os seus dados, NIB, telemóvel e nome, com receio de um qualquer big brother, como é óbvio, estariam no seu direito de não subscrever este novo serviço. Caso tenha lido o meu artigo, com atenção, em nenhuma ocasião é referido que este sistema deveria ser obrigatório.

    Em relação à pachora para substituir os funcionários da EMEL, não percebo o seu raciocionio.

    Por último, uma vez que a ideia central do meu artigo, era demonstrar algumas das vantagens de implementar um sistema deste género em detrimento de um sistema de pagamento por multibanco, devo concluir do seu comentário que é a favor do segundo, bastante mais dispendioso? Caso contrário, qual é a sua solução alternativa, ou limita-se a criticar, por criticar, sem acrescentar nada de útil à discussão?

  • http://lms.ispgaya.pt/ Luis Miguel Silva

    Eu, como morador do Grande Porto, só tenho um comentário a fazer: PAGUEM AI LISBOETAS PORCOS! hehehe ;o)

    Hugz,
    Luís

  • http://ruicruz.forunsbb.com/ Rui Cruz

    Já que perguntaas, melhor melhor era correr com a EMEL de Lisboa.

    Nada do que disseste é prático.

    Rui

  • http://blog.lisbonlab.com HugoNS

    @Luis Miguel Silva
    Bem sei que vocês no Grande Porto não têm nenhuma EMEL, mas desde quando é que os parquímetros por ai são de graça?

    @Rui Cruz
    “correr com a EMEL de Lisboa” – isso está fora da discussão deste artigo. Mesmo que não exista uma EMEL em Lisboa, o estacionamento nas principais artérias de Lisboa nunca poderá ser gratuito, pelo que o problema abordado neste artigo se mantém.
    Achas que a solução que eu apresento não é prática. Terás lido o meu artigo com atenção? Achas que enviar uma sms, dentro do carro, depois de estacionar o carro não é prático? Será mais prático, ter que andar dezenas de metros, na direcção oposta à que nos dirigimos, colocar uma moeda no parquímetro e ter de voltar ao carro para colocar o talão no carro? Isto para não falar, das vezes em que apenas se tem uma moeda, que se coloca no parquímetro, para se descobrir que o mesmo está avariado.

  • Nelson Oliveira

    Já existe um sistema a funcionar, com todos esses problemas resolvidos. Na Maia, pertence a EM e, a julgar pelas noticias de Jornal já dispõe de um numero consideraável de utilizadores, tendo em conta o n.º de Lugares disponíveis. O sistema é escalavél, e funciona de forma muito simples, ate permite o posicionamento por GPS/MPS. O problema é que na EMEL, a semelhança de muitas outras “EMEIS” do pais, funciona tudo a base da cunha, e os concursos são feitos a semelhança de quem paga os Jantares… Só para acabar, o sistema é criado/gerido por uma empresa Portuguesa.

  • Francisco

    Estimado Hugo,

    Também sou consultor de Tecnologias de Informação.

    Acho que o problema da EMEL se prende com os ensinamento mais básicos de Economia I e do bom senso: EXTINÇÃO IMEDIATA DA EMEL !

    Os benefícios serão enormes:
    1. Aumento do PIB nacional, por maior disponibilidade de capacidade (trabalhadores disponíveis)
    2. Maior rendimento per capita (Mais riqueza a dividir pelo mesmo numero de pessoas)
    3. Maior justiça social (taxas e impostos – finalmente – para quem deles necessita)
    4. Devolver as funções nobres à casa de pasto que é a Câmara Municipal de Lisboa (que tem 4 vezes os funcionários de Madrid) e que assim deveria ser reformada de vez e desempenhar as funções que dela se esperam (que não passam por alugar casas aos funcionários e esgotar 90% do orçamento em salários!)
    5. Fazer evoluir culturalmente o povo português, largando de vez este sistema de baronetes e lacaios vivendo à sombra das prestações sociais que deveriam ir para os necessitados
    6. Largar de vez, como dizia o António Sérgio, esse país de funcionários e gente medíocre, que os Antónios (o Oliveira e o Guterres) nos deixaram.
    7. Por último você poderá desenvolver o seu formidável sistema de sms para uma empresa privada em vez de esgotar os meus impostos (que são de quem deles realmente necessita e não do baronato e dos lacaios do costume). Assim provará que as suas ideias tem mérito e valor e não são mais uma chulice aos mesmos de sempre (coisa de que não o estou a acusar!).

  • Francisco

    Esqueci-me só de uma pequena nota!

    Não há almoços grátis. Pode-se ganhar dinheiro sem criar valor, mas alguém vai ter de pagar, mais tarde ou mais cedo. E a história mais recente do nosso pantanoso, acrítico e acéfalo país é a demonstração das mais básicas leis da economia…

    E quanto ao estacionamento indevido, é simples: obriguem a Polícia (e aquela outra, a Policia Municipal, serve mesmo para quê?) a cumprir a sua obrigação, é para isso que já são pagos.

  • Francisco

    Janeiro 03, 2004
    Os privilégios

    .A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) distribuiu um ofício-circulado aos seus dirigentes e responsáveis de serviços locais, com data de 12 de Dezembro passado, em que, ao abrigo da Lei das Finanças Locais, se isenta de multas de estacionamento os veículos em serviço do Estado. O ofício surge depois do carro do director-geral dos impostos ter sido, em Setembro passado, bloqueado, rebocado e retido vários dias por a EMEL exigir a respectiva multa contra a opinião do director-geral.

    De acordo com o ofício, “os veículos do Estado estão isentos de pagamento de taxas de estacionamento de duração limitada, criadas e cobradas, pelos municípios e empresas municipalizadas” em zonas de parqueamento e de espaços públicos, nos termos da Lei das Finanças Locais, “quando se encontrem em serviço”.

    Fantástico!!!! Só falta termos de dobrar à passagem deste altos senhores. O medieval “Direito de Pernada” está de volta…

    Desculpe lá Hugo, “abandalhar-lhe” o blog, mas não posso mais ouvir mais esta conversa de deficit e tanta empresa de negócio de mão estendida…

  • http://blog.lisbonlab.com/ HugoNS

    Caro malu melo

    Se o condutor não tivesse telemóvel (presumo que seja isso a que se refere, quando escreve tlmv) ou se se tivesse esquecido (que já agora lhe devo dizer que se escreve com qu e não com k) do mesmo , é claro que podia continuar a utilizar o tradicional parquímetro de moedas, o qual não poderia deixar de existir, pelo menos numa fase inicial. Caso contrário teria que existir um qualquer sistema alternativo ao telemóvel, como é natural.
    Os utilizadores que não quisessem fornecer os seus dados, NIB, telemóvel e nome, com receio de um qualquer big brother, como é óbvio, estariam no seu direito de não subscrever este novo serviço. Caso tenha lido o meu artigo, com atenção, em nenhuma ocasião é referido que este sistema deveria ser obrigatório.

    Em relação à pachora para substituir os funcionários da EMEL, não percebo o seu raciocionio.

    Por último, uma vez que a ideia central do meu artigo, era demonstrar algumas das vantagens de implementar um sistema deste género em detrimento de um sistema de pagamento por multibanco, devo concluir do seu comentário que é a favor do segundo, bastante mais dispendioso? Caso contrário, qual é a sua solução alternativa, ou limita-se a criticar, por criticar, sem acrescentar nada de útil à discussão?