BloggerView #16 Euan Semple

Euan SempleAfter a two weeks break, my next BloggerView is with Euan Semple, the author of “The Obvious?“, available at http://theobvious.typepad.com/blog/. Euan Semple, that was one of the speakers of SHiFT, last September, “has four years of unparalleled experience learning how to make the most effective use of blogs, wikis, forums and other social networking tools, in a large corporate environment.” Please enjoy his answers.

1. When did you start blogging? What were the main reasons that take you start blogging?
Euan Semple (E.S.): I started blogging in 2001 and it was really just because I had heard about it, thought it looked interesting and wanted to find out more about it.

2. What were your reasons to christen your blog as you did?
E.S.: I wanted to call it “Stating The Obvious” because it was me overcoming my reticence about stating the obvious but someone had that title already so I shortened it. The question mark was to suggest that it is just me chucking ideas out to see what people make of them.

3. Do you have any specific goals or objectives you want to achieve with your blog? What are they?
E.S.: No, I still don’t, I just like having somewhere to chuck interesting stuff and trigger conversations.

4. In your opinion, what role could blogs play in the future, for instance at companies or at schools?
E.S.: Given that spreading the word about social computing is now how I make my living I am pretty passionate about the potential of blogs in all sorts of environments. They various uses are too many to go into in detail here but suffice to say anywhere where people are engaged in doing something and would benefit from better communication between each other would benefit from blogs – and so that means pretty much anywhere!

I recently wrote a blog post about blogs in education, as a tool for teachers, and I firmly believe that this simple technology has the potential to revolutionise all sorts of bureaucracy burdened activities.

http://theobvious.typepad.com/blog/2006/10/the_madness_of_.html

5. What do you think will be the future of blogs over the next couple of years?
E.S.: They are already becoming much more mainstream and the demand for understanding them in business is clearly increasing. They will probably morph and change into other tools with other names but I believe the basic principle will remain the same.

6. How many feeds do you have on your news aggregator? What news aggregator do you use? Why?
E.S.: I have around 250 and I use Google Reader because I can get to it wherever I have a browser and it works really well.

7. What do you think about RSS? What role do you think RSS can play in future, for instance in the relation between government and citizens?
E.S.: I think RSS is the killer app. It is what makes the increase in communication a benefit and not a burden. Certainly anyone needing to stay across patterns of opinion and comment can do so much more readily than before and this will affect businesses as well as governments.

8. What do you think is the most important thing happening in the Web, now? Why?
E.S.: I think managing identity is getting bigger and will affect more and more people in ways they don’t really yet appreciate. This can be as basic as remembering that Google doesn’t forget. I think it will actually make people more accountable and thoughtful about what they say and why.

9. Beside blogs, do use other social software, like Flickr, Del.icio.us, Digg, LinkedIn, Jaiku or any other?
E.S.: Yep -all of the above.

10. What do you think will be the near future of social software inside organizations?
E.S.: Increasingly rosy and lots of work for me!

Next week:

Tara Hunt

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BloggerView #11: Martin Röll
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BloggerView #13: Stephanie Booth
BloggerView #14 Dannie Jost
BloggerView #15 Suw Charman

2.º aniversário

Os últimos tempos têm sido tão complicados, que nem me apercebi que na passada 6.ª feira, este blog fez 2 anos (andava convencido que era dia 20).

Para não repetir na í­ntegra o discurso do ano passado, obrigado a todos os que vão acompanhando os textos do // lisbonlab e periodicamente vão participando nesta conversa. É bom ter-vos por cá.

Notas sobre a LIFT

Tal como é possí­vel verificar em posts anteriores, na semana passada estive em Genebra, Suiça, a assistir à conferência LIFT.

Ao contrário do que tinha planeado inicialmente, acabei por não publicar notas sobre as várias intervenções a que a assisti, durante a conferência, por 2 motivos principais:

  • Tirar notas no portá¡til e publicá-las no blog durante as apresentações, na maioria dos casos, acaba por se traduzir na minha desatenção em relação à intervenção do orador, uma vez que rapidamente me vejo a navegar de página em página;
  • Nos intervalos das várias participações há tanta gente para conhecer, para falar, para trocar experiências, que não faz qualquer sentido, sentar-me a um canto, a publicar as minhas notas neste espaço.

Deixando para trás a forma, e avançando para a substância, devo dizer que a conferência foi muito boa, especialmente a componente informal, no qual podemos conhecer pessoas novas, com diferentes backgrounds, ideias e experiências de vida e reforçar os laços com outras que já tinha conhecido anteriormente. Na edição deste ano, estavam presentes cerca de 550 pessoas de 29 paí­ses, com a Suiça muito bem representada com 360 pessoas. Depois dos 4 representantes portugueses da edição de 2006, este ano já fomos 7. Pode ser que para o próximo ano, consigamos chegar aos 2 dí­gitos.

Workshops

O primeiro dia da LIFT foi reservado a um conjunto de workshops, nos quais nos podemos inscrever livremente, sem qualquer acréscimo no custo da inscrição. Dos 16 workshops propostos, acabei por escolher assistir ao “Getting Started in Consulting” com o Martin Roell, no perí­odo da manhã e ao “Building Social Applications” com o Stowe Boyd. Qualquer um dos 2 workshops foi muito bom. Diferentes, mas ambos muito enriquecedores. Se estiverem interessados em ter mais detalhes sobre estes workshops, podem consultar as notas da Stephanie Booth, nomeadamente:

1.º dia

O 1.º dia, já no CICG (International Conference Center), foi dedicado a diversas palestras, no qual gostaria destacar as excelentes intervenções do Lee Bryant, intitulada “Collective Intelligence inside the enterprise“, do Jan Chipchase – “Literacy, Communication & Design” e do Pierre Chappaz – “Media 2.0“.

Ainda sobre este dia, de referir que efectivamente Florence Devouard, na sua intervenção sobre a Wikipedia, afirmou que neste momento a Wikipedia só tinha dinheiro para mais 3 meses, porém existem vários responsáveis da Wikimedia Foundation que estão a trabalhar numa solução a 2 anos, pelo que a Wikipedia não tem o seu futuro comprometido.

Cheese FondueO 1.º dia terminou com o jantar de grupo, um tradicional fondue de queijo no Bains des paquis. Sendo um apreciador de queijo, gostei muito desta nova experiência, que irei tentar repetir em casa.

2.º dia

Em oposição ao 1.º dia, o 2.º dia da LIFT foi destinado aos painéis e aos openstages, slots que foram abertas há alguns meses para a participação de qualquer pessoa. Das várias propostas apresentadas, apenas as 8 mais votadas pelos LIFTers foram apresentadas.

Dos painéis, gostei particularmente do 1.º “The new economics of creation – How to make a living from creative work in the peer to peer and Youtube era?” e do “Dealing with technological overload – Is too much technology good for you? What are the consequences of our increasingly over-connected lifestyle?“.

Networking

Para além de todas as apresentações e debates da conferência, uma das facetas mais interessantes deste género de conferências é o networking, a possibilidade de conhecermos pessoas novas e reforçarmos as relações com outras que já conhecemos anteriomente. Este ano, a LIFT não fugiu à regra, pelo que tive o prazer de conhecer o Nuno Barreto, a Paula do O Barreto, o Colin Schlueter, a Nicole Simon, entre muitos outros e reencontrar o Stowe Boyd, o Thomas Madsen-Mygdal, o Mark Wubben, a Henriette Weber Andersen, a Dannie Jost, o David Galipeau, o Martin Roell, a Stephanie Booth entre outros.

Balanço final

Em sí­ntese foi uma óptima conferência, graças à excelente organização do Laurent e da sua enorme equipa. Tudo estava perfeito, os espaços da conferência, com mesas para quase todos os participantes, cadeiras de cabedal, microfones e auscultadores, o espaço LIFT+, as actividades extra-conferência, etc.

Próximo destino… talvez Reboot.

Após 2 idas a Genebra à LIFT, espero poder ir finalmente à Reboot, este ano, a mãe da LIFT e da SHiFT, que me desperta muita curiosidade, a avaliar pelos muitos comentários que ouço constantemente sobre a conferência organizada pelo Thomas.

P.S.: Obrigado ao Carlos Duarte, pela chamada de atenção para o erro ortográfico.