Nas últimas semanas, temos assistido na televisão portuguesa à passagem de um anúncio da campanha publicitária das Páginas Amarelas, com a actriz Maria João Bastos.
O interessante deste anúncio, é que uma das assinaturas remete para o endereço electrónico das Páginas Amarelas na Internet. Até aqui nada de novo, não fosse o endereço electrónico ter passado do anterior www.paginasamarelas.pt para www.pai.pt.
Será que alguém me consegue explicar como é que a FCCN autorizou o registo do domínio pai.pt?





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27.01.2006 @ 16:04h
Factor C.
27.01.2006 @ 16:10h
Já há muitos anos que se sabe que as regras de registo de domÃnios .pt são só para aqueles que não têm influência suficiente para as ignorar.
Tens domÃnios com nomes de pessoas, nomes genéricos como “adsl.pt” e mesmo nomes que claramente não pertencem à entidade que os registou, como “linux.pt”.
Eu não tenho problemas com estes nomes, desde que as regras sejam iguais para todos.
27.01.2006 @ 17:00h
Porque eles registaram o domÃnio antes das novas regras… certo? Tal como o outro bacano… Não compreendo como é que a FCCN consegue fazer isto, honestamente.
Mas não me sinto à vontade para pedir que alguém (ANACOM?) os regule. Não sei se regulação é boa ideia.
Eu sou … parcial para penas de prisão, na realidade.
27.01.2006 @ 17:10h
Quais novas regras? Estas regras sempre existiram no domÃnio “.pt”, e é por isso que a maioria das empresas portuguesas têm domÃnios “.com”.
27.01.2006 @ 17:39h
Vi a desculpa das novas regras aquando da discussão do sampaio.pt no gildot.org, durante as outras presidenciais.
27.01.2006 @ 17:57h
A atribuição de nomes no domÃnio .pt sempre foi muito mal gerida. Desde 1999 que são inúmeros os casos e as histórias relativas a excepções, cunhas, recusas dos mais variados domÃnios.
Basicamente, quem tem advogados e tempo consegue obter qualquer domÃnio. O truque é simples. Faz-se o pedido da marca, com o papel do pedido, pede-se à FCCN o domÃnio e mesmo que o pedido de marca seja recusado (meses mais tarde) já não há volta a dar pois o domÃnio já está em uso. Conheço muitos exemplos em que isto foi feito.
Incompetência é a palavra.
Um exemplo: http://www.saude.pt - Neste caso a desculpa dada pela FCCN (a mim e ao telefone) era o facto de, por não ter acento(!), não ser uma palavra do dicionário.
27.01.2006 @ 18:01h
Pois, mas não passa disso, uma desculpa. Posso estar errado, mas julgo que antigamente simplesmente não era possÃvel registar um domÃnio “.pt” a não ser que a entidade requerente tivesse o direito único a esse nome (por exemplo, empresas registadas). E hoje também não é possÃvel, a não ser sob o domÃnio “nome.pt”
27.01.2006 @ 18:15h
Volto a repetir - “é possÃvel fazer o que quisermos com um pedido de marca em mão”.
27.01.2006 @ 23:18h
Pois é. Eu também acho que é mesmo esse o truque. Pelo que julgo saber, foi por exemplo o truque usado para o domÃnio cavacosilva.pt.
1.º entra-se com o pedido de registo de uma marca nacional no INPI;
2.º como o INPI leva uma eternidade para deferir ou indeferir o pedido (em média entre 12 e 18 meses), com esse pedido pode-se fazer o registo do domÃnio .pt
Entretanto, alguém me disse que PAI pode também ser o acrónimo de uma suposta empresa Páginas Amarelas na Internet, ou seja PAI. Se assim for, o domÃnio pai.pt, é perfeitamente legal e simples de registar.
Pessoalmente não acredito que exista uma empresa Páginas Amarelas na Internet.
28.01.2006 @ 17:42h
@HNS (9):
“Pessoalmente não acredito que exista uma empresa Páginas Amarelas na Internet.” — mas pode haver uma marca registada “Páginas Amarelas na Internet”, propriedade da empresa das Páginas Amarelas.; posso-te dar vários exemplos de empresas que têm/tiveram domÃnios .pt de marcas suas, e não do nome da sua empresa, e creio que não é por “factor-C”.
28.01.2006 @ 18:19h
[...] Pai.pt ??? [...]
30.01.2006 @ 12:16h
João,
Uma marca “Páginas Amarelas na Internet” é muito diferente de “Pai”. Com marca ou sem deveria ter sido recusado. Há anos ouve abusos com dominios como “livros.pt”, “carros.pt”, etc pq furavam as regras. Acho que agora supostamente não permitiriam a criação de dominios com palavras comuns/correntes/do dicionario. E “pai” sendo sigla ou não é palavra corrente…
A questão do linux.pt é outra, está registada como marca segundo me disseram com uma procuração do dono(Linus).
20.11.2006 @ 19:30h
Enquanto se discutem as raÃzes do pai.pt ou do ww.pai.pt, abri as páginas amarelas para pesquisa e só encontro um novelo difÃcil de desenrolar. Está cada vez mais complex. Não consigo consultar nada. Cada produtoss e serviços que abro só me dão explicações inócuas, ou resguardam-se no ninguém o pode copiar. Mas copiar o quê? Aliás já escrevi para o “Contacte-nos” a dar os parabens por terem construÃdo uma torre de Babel ou um fio de Ariadne, enfim um Complicómetro.
07.06.2007 @ 11:40h
Eu acho que todos têm que perceber que Portugal é um monópolio autêntico, ninguém deixa os pequenos crescer, eu por exemplo também já tinha reparado no pai.pt, se fossem outros não deixavam registar esse dominio, quanto a isso, prefiro o Panda Empresas, http://www.pandaempresas.com, são pequenos mas tão a crescer, e qualquer boa empresa e particular viam que valia a pena apostar lá em publicidade grátis ou a pagar, se todos nós podermos ajudar um pouco, no pouco que seja, este País podia mudar. Outro exemplo é a EDP, o maior monópolio Português, eles mandam em tudo e fazem o que bem lhes apetece
07.06.2007 @ 11:42h
O site tem uma pequena virgula à frente amigo, aqui está o seu texto com o site bem. Acho que tem toda a razão, não conhecia este site mas acho que tem mesmo pernas para andar, texto rectificado:
Eu acho que todos têm que perceber que Portugal é um monópolio autêntico, ninguém deixa os pequenos crescer, eu por exemplo também já tinha reparado no pai.pt, se fossem outros não deixavam registar esse dominio, quanto a isso, prefiro o Panda Empresas, http://www.pandaempresas.com , são pequenos mas tão a crescer, e qualquer boa empresa e particular viam que valia a pena apostar lá em publicidade grátis ou a pagar, se todos nós podermos ajudar um pouco, no pouco que seja, este País podia mudar. Outro exemplo é a EDP, o maior monópolio Português, eles mandam em tudo e fazem o que bem lhes apetece