“A guerra dos Mundos”…

… excelente título do Independente.

11 de Setembro de 2001:
Estados Unidos da Am̩rica РNew York/ Washington:
2 986 mortos

11 de Março de 2004:
Espanha – Madrid:
191 mortos + 1 800 feridos

07 de Julho de 2005:
Reino Unido – Londres:
50 mortos + 700 feridos

Que culpa terão as inúmeras vitimas inocentes, destes ataques, das decisões tomadas pelos líderes das maiores potências mundias?
O que pretenderão os autores destes actos alcançar com estas carnificinas?

Actualizado às 20:12 de 08.07.2005: Retirei as bandeiras dos 3 países, pq não fazem sentido numa época em que cada vez mais vivemos numa sociedade global, na "Aldeia Global", lançada por Mcluhan. Quando um acto terrorista acontece, sofremos todos, independentemente da nacionalidade.

Canais corporativos

Desde a minha colaboração com a empresa Active Media, responsável pela gestão de conteúdos da GALP TV, na integração de feeds xml em templates flash, que passei a acompanhar com particular atenção os canais multimédia, ou televisões corporativas, em Portugal. No meu entender, um “new media” inovador, com bastantes potencialidades comerciais. Infelizmente, ao contrário do caso da GALP TV, muitos dos exemplos portugueses que surgiram nos últimos anos, são um bom exemplo da falta de criatividade, estratégia e sobretudo falta do mínimo conhecimento dos públicos alvos a que estes canais se dirigem, como são exemplos claros, a televisão corporativa da CEPSA ou a TV Farmácia, existente em muitas farmácias.

Tudo isto para referir que, pelo que pude observar, ontem, na Praça D. Pedro V, no Rossio, em Lisboa, a Vodafone, está a experimentar um canal multimédia inovador. Um videoprojector projecta a imagem na montra, sob uma película transparente sensível ao toque, que permite ao espectador interagir com os conteúdos “projectados”. Apesar de ontem a imagem estar muito pouco nítida, julgo que ainda estarão numa fase de testes, o que interessa relevar é a tecnologia inovadora utilizada neste canal e as possibilidades que poderá permitir. Resta saber se será utilizada correctamente tendo em conta o público-alvo a que o canal se dirige.

SIC com RSS

Pelo que pude apurar durante o fim-de-semana, a SIC passou a disponibilizar, no seu site, várias saídas "RSS". À primeira vista, esta é uma boa novidade. Lentamente os media portugueses começam a dar a importância devida ao "RSS". No entanto, o facto das saídas "RSS" da SIC apenas conterem o título das notícias, uma miniatura da fotografia da notícia (perfeitamente dispensável) e um subtítulo é bastante frustrante. Bem sei, que é uma forma de levar os leitores ao site para ler o resto da notícia, mas não podiam disponibilizar um pequeno resumo, em vez da fotografia e do subtítulo?

Apesar de tudo, eis os links para as várias saídas de "RSS" da SIC:

  • rss– Últimas;
  • rss– País;
  • rss– Mundo;
  • rss– Dinheiro;
  • rss– Desporto;
  • rss– Vida;
  • rss– Cartaz;
  • rss– Video.

Uma última nota em jeito de provocação: para quando saídas RSS, no site da "Rádio e Televisão de Portugal"? Onde está o verdadeiro Serviço Público, para o qual todos nós contribuímos?

 

Actualizado às 19h53m: É importante referir que apenas posso publicar esta notícia, graças à funcionalidade do Mozilla Firefox, que me alerta para páginas com saídas RSS. O que seria de nós sem o Mozilla Firefox, nos dias que correm…

“Portugal: A Passion for Innovation”

Tive conhecimento há alguns dias que tinha sido publicado na revista “The Economist” de Junho, um texto publicitário sobre Portugal, mais particularmente sobre a nossa capacidade de inovar na área das novas tecnologias, intitulado “Portugal: A Passion for Innovation”.

Uma vez que, apesar do pessimista generalizado dos portugueses sobre o nosso país e da baixa auto-estima nacional, teimo em acreditar que em Portugal existem pessoas com muito valor, e empresas com ideias de sucesso, como é o caso da YDreams ou da Altitude Software, fiquei bastante contente, por finalmente se estar a fazer alguma coisa visível pela divulgação de Portugal no exterior.

No entanto, segundo a notícia avançada pelo Independente de hoje, que infelizmente acabei de confirmar pessoalmente, o ICEP cometeu um grave erro no referido anúncio, que também foi publicado na “Time”, ao remeter os interessados em obter mais informações para um endereço, que não existe – www.portugalinbusiness.pt/it. O erro basicamente reside no facto de o endereço correcto ser ".com" e não ".pt", uma vez que o verdadeiro endereço é www.portugalinbusiness.com/it.

Pessoalmente, fiquei muito frustrado, não pelos possíveis milhares de contos que se possam ter gasto, para um anúncio que não vai ter o impacto que se pretendia, mas pelo facto de campanha após campanha, falhar algo na promoção do nosso país, na promoção das nossas mais valias. Será que alguém que vai assumir o erro, ou a “culpa vai morrer solteira” uma vez mais? E mais importante, será que alguém do ICEP já pensou em rapidamente registar o domínio www.portugalinbusiness.pt e reencaminhá-lo para o ".com". Honestamente, espero que sim.