Era uma vez um arrastão

 Já muito se falou e escreveu sobre o suposto arrastão de carcavelos. Porém só ontem consegui entrar no site "Era uma vez um arrastão", no qual Diana Andringa apresenta a sua versão dos factos.

Honestamente, esta versão convence-me mais que a versão jornalistica (digamos assim, sensacionalista) passada nos principais mass media. No entanto, para que cada um possa reflectir por si próprio, aconselho uma visita ao site, onde também já é possível aceder a um video da entrevista ao Comandante Metropolitano de Lisboa, o qual afirma perentoriamente que este não existiu e que a sua interpretação dos factos, na altura, foi baseada em testemunhos e não em factos.

  • João Neves

    1º
    Se não houve arrastão algum… do que fugiam os individuos?
    Estavam a jogar a apanhada na praia?

    2º
    Afluencia à praia de individuos visto que as aulas tinham acabado?
    Num feriado não há aulas…

    3º
    Só 50? Como se fossem poucos mesmo assim.

    4º
    Se foram assim tão injusticados por uma coisa que não aconteçeu… porque é que não vêm fazer queixa para a TV que estão a ser discriminados como habitualmente…

    5º E se os meninos estavam a fugir dos policias, devido a confusão… porque é que foram direitinhos a eles?

    A subvalorização pode ser tão ou mais negativa como a sobrevalorização.
    Não fosse mesmo a Diana Andringa de Luanda, enfim… As imagens do comboios na linha de Sintra também sao montadas…

  • http://tudo-sobre-nada.blogspot.com/ Carlos Rodrigues

    Eu não acredito em histórias da carochinha. Com todos os assaltos que ocorrem na linha de Sintra e na linha de Cascais, perpetrados por grupos de dezenas de indivíduos, os quais muitas vítimas poderão testemunhar, ainda esperam que acreditemos que uma coisa destas não é possível?

    Os gangs estão a aumentar, tanto em número como dimensão, e hoje em dia, em certas zonas, podem quase ser considerados um exército do crime. As emboscadas à polícia na Cova da Moura são a prova de que isto já não são adolescentes com “excesso de hormonas” a fazerem “travessuras”, são criminosos.

    Provavelmente só vão acreditar quando se tornarem rotina do dia-a-dia, altura em que já será tarde para fazer alguma coisa.

    “Portugal, país de brandos costumes” é uma fantasia, o crime está a aumentar por cá, e fingir que não existe só contribui para que se agrave.

    Se eu fosse um destes tipos, e visse os meus crimes constantemente lavados pela comunicação social, também teria ainda mais motivação para os continuar a cometer.

    Já era altura de acabar o “o polícia mandou porrada no alegado criminoso”, porque o criminoso é sempre “alegado”, mas a polícia não. É precido dar autoridade a quem tem de fazer cumprir a lei, e deixar de dar ouvidos a esta malta que não sabe fazer mais nada do que branquear a criminalidade (muito provavelmente para ganhar pontos junto deles, para mais tarde poderem ir à Cova da Moura fazer umas reportagens e ganhar uns prémios).

    Só quem não anda na rua é que nunca viu mini-arrastões…

  • http://www.litux.org Bruno Rodrigues

    So não percebo é porque é que ela tem o texto todo em imagens, impossibilitando o crawling pelos search engines.