Já muito se falou e escreveu sobre o suposto arrastão de carcavelos. Porém só ontem consegui entrar no site "Era uma vez um arrastão", no qual Diana Andringa apresenta a sua versão dos factos.
Honestamente, esta versão convence-me mais que a versão jornalistica (digamos assim, sensacionalista) passada nos principais mass media. No entanto, para que cada um possa reflectir por si próprio, aconselho uma visita ao site, onde também já é possÃvel aceder a um video da entrevista ao Comandante Metropolitano de Lisboa, o qual afirma perentoriamente que este não existiu e que a sua interpretação dos factos, na altura, foi baseada em testemunhos e não em factos.






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09.07.2005 @ 14:32h
1º
Se não houve arrastão algum… do que fugiam os individuos?
Estavam a jogar a apanhada na praia?
2º
Afluencia à praia de individuos visto que as aulas tinham acabado?
Num feriado não há aulas…
3º
Só 50? Como se fossem poucos mesmo assim.
4º
Se foram assim tão injusticados por uma coisa que não aconteçeu… porque é que não vêm fazer queixa para a TV que estão a ser discriminados como habitualmente…
5º E se os meninos estavam a fugir dos policias, devido a confusão… porque é que foram direitinhos a eles?
A subvalorização pode ser tão ou mais negativa como a sobrevalorização.
Não fosse mesmo a Diana Andringa de Luanda, enfim… As imagens do comboios na linha de Sintra também sao montadas…
09.07.2005 @ 15:44h
Eu não acredito em histórias da carochinha. Com todos os assaltos que ocorrem na linha de Sintra e na linha de Cascais, perpetrados por grupos de dezenas de indivÃduos, os quais muitas vÃtimas poderão testemunhar, ainda esperam que acreditemos que uma coisa destas não é possÃvel?
Os gangs estão a aumentar, tanto em número como dimensão, e hoje em dia, em certas zonas, podem quase ser considerados um exército do crime. As emboscadas à polÃcia na Cova da Moura são a prova de que isto já não são adolescentes com “excesso de hormonas” a fazerem “travessuras”, são criminosos.
Provavelmente só vão acreditar quando se tornarem rotina do dia-a-dia, altura em que já será tarde para fazer alguma coisa.
“Portugal, paÃs de brandos costumes” é uma fantasia, o crime está a aumentar por cá, e fingir que não existe só contribui para que se agrave.
Se eu fosse um destes tipos, e visse os meus crimes constantemente lavados pela comunicação social, também teria ainda mais motivação para os continuar a cometer.
Já era altura de acabar o “o polÃcia mandou porrada no alegado criminoso”, porque o criminoso é sempre “alegado”, mas a polÃcia não. É precido dar autoridade a quem tem de fazer cumprir a lei, e deixar de dar ouvidos a esta malta que não sabe fazer mais nada do que branquear a criminalidade (muito provavelmente para ganhar pontos junto deles, para mais tarde poderem ir à Cova da Moura fazer umas reportagens e ganhar uns prémios).
Só quem não anda na rua é que nunca viu mini-arrastões…
09.07.2005 @ 17:04h
So não percebo é porque é que ela tem o texto todo em imagens, impossibilitando o crawling pelos search engines.